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Do guia da Rocketseat ao Warp · Visual Course
Do guia da Rocketseat ao Warp
Um terminal moderno é fácil de montar e difícil de provar. Este curso faz as duas coisas — com o guia da Rocketseat como especificação e o Warp como alvo.
A especificação inteira do curso. Tudo que este material ensina sai de lá, traduzido de iTerm2 para Warp e verificado nesta máquina.
Leia a versão simples, ou abra a camada técnica em qualquer seção.
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O que este curso entrega
O guia da Rocketseat monta um terminal moderno com iTerm2 + Fish + Starship e quatro plugins. Este curso mostra o mesmo resultado dentro do Warp — e, mais importante, mostra como provar que cada peça funciona de verdade, em vez de acreditar que funciona.
Ao fim desta lição você consegue
Extrair uma página do Notion que não rende no scrape comum
Traduzir cada instrução de iTerm2 para a chave equivalente do Warp
Fazer o prompt do Starship aparecer dentro do Warp (o pulo do gato)
Ligar bat, zoxide, eza e fzf ao fish com a paleta Vesper
Provar tudo num boundary real: pty, cmap de fonte, ambiente do processo
Reverter qualquer parte em um comando
O placar da implementação, medido pelo verify.sh — não estimado.O caminho do curso: cada módulo é uma etapa deste pipeline, e cada etapa termina com evidência.
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Os módulos
Módulo 1 · Extrair
Por que brightdata scrape devolve 6 bytes num Notion, e o que usar no lugar. Fidelidade de extração: emojis, typos e o que não dá para extrair.
Módulo 2 · Traduzir
O mapa iTerm2 → Warp, chave por chave. A fonte, o tema Vesper, o fish como shell, e honor_ps1 — a linha sem a qual o Starship nunca aparece.
Módulo 3 · Ligar
A camada conf.d/rocketseat.fish: aliases de eza, bat com tema Vesper compilado, fzf colorido, e por que ls só vira eza em sessão interativa.
Módulo 4 · Provar
Proof Gate: pty real, auditoria de cmap da fonte, leitura do ambiente do processo filho do Warp. Os três bugs que só apareceram porque a verificação foi real.
As seis lições, na ordem. Cada uma termina com uma prova executável, não com "deve funcionar".O guia, a tradução e a evidência — as três camadas que este curso mantém alinhadas do começo ao fim.
Módulo 1 · Extrair
O guia mora num Notion que devolve 6 bytes para um scraper comum. Você aprende por que, e como tirar 100% do conteúdo — com os emojis e o typo do original intactos.
Ferramenta: brightdata browser.
Módulo 2 · Traduzir
Cada passo de menu do iTerm2 vira uma chave em ~/.warp/settings.toml. Inclusive a que não tem equivalente: honor_ps1.
Sem ela, você pode instalar o Starship inteiro e não ver nada mudar.
Módulo 3 · Ligar
"Crie aliases e funções personalizadas" — a frase de uma linha do guia que vira um arquivo inteiro.
bat com tema Vesper compilado, eza com ícones, fzf colorido na mesma paleta e zoxide. Tudo em conf.d/rocketseat.fish, removível com um rm.
Módulo 4 · Provar
Três bugs desta implementação eram invisíveis nos arquivos: um pty que muda a saída, três glifos que não existem na fonte, e um verificador que falhava por conta própria.
Fecha com verify.sh — 26 checks, repetíveis.
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Um palpite antes de começar: você instala o Starship, configura o fish, segue o guia inteiro — e o prompt do Warp continua igual. Onde está o problema?
Em uma linha do ~/.warp/settings.toml: honor_ps1. Com ela em false, o Warp desenha o prompt dele e ignora o que o shell imprime. Todo o trabalho fica invisível. A lição 3 é inteira sobre isso.
As cinco camadas da stack. Cada lição do curso mora em uma delas, de cima para baixo.
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Como usar este curso
Leia na ordem — cada lição usa o mesmo exemplo recorrente: esta máquina. O prompt que aparece nos diagramas é o prompt real que o Starship gerou aqui, e os arquivos citados existem no disco.
Antes de começar, rode o verificador. Ele refaz do zero as provas de todas as lições.
Como chegar: O script vive no repositório do projeto, ao lado do SCOPE.md e do LOOP-LOG.md.
STACK
Quais são as quatro ferramentas de "plugins" do guia?
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bat (cat com sintaxe), zoxide (navegação por uso), eza (ls moderno) e fzf (busca interativa).
WARP
O que o Warp tem que o iTerm2 não tem?
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Um prompt próprio — e a chave honor_ps1, que decide se o prompt do seu shell aparece ou é suprimido.
MÉTODO
Qual a diferença entre configurar e provar?
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Configurar é escrever a linha. Provar é executar o caminho real e comparar com um valor exato — RGB, codepoint, variável de ambiente.
VESPER
Em quantos lugares a paleta precisa aparecer?
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Quatro: o tema do Warp, o .tmTheme do bat, os 13 slots de cor do fzf e os símbolos do starship.
Vá direto para a lição 3: é a que explica por que o Starship pode estar instalado e invisível dentro do Warp. Depois volte para a lição 4 e ligue os plugins.
Siga na ordem. A lição 2 traz o brew install de tudo e a tradução iTerm2 → Warp instrução por instrução.
A lição 5 é independente: pty, auditoria de cmap de fonte e leitura de ambiente de processo servem para qualquer verificação, não só terminal.
Antes de começar
Qual afirmação descreve melhor o objetivo deste curso?
b está certa: montar é metade; a outra metade é a evidência de que funcionou. a para no meio — é o que quase todo tutorial entrega. c descreve outro material: aqui o terminal já está escolhido.
Alguma lição ficou rasa para o que você precisa? Peça o aprofundamento — eu sou o professor deste curso e posso abrir qualquer camada com mais detalhe.