A referência de como o fish resolve conf.d/, config.fish, autoload de funções e aliases. É o que sustenta o mapa de manutenção desta lição.
Leia a versão simples, ou abra a camada técnica em qualquer seção.
1
A grande ideia
Uma configuração de terminal não é um projeto que termina: é algo que você opera. O que importa daqui em diante são três coisas — diagnosticar quando algo some, reverter sem medo, e saber onde encostar para mudar cada peça.
Pense como… receber as chaves de um carro junto com o manual e a caixa de ferramentas, em vez de só as chaves.
Ao fim desta lição você consegue
Diagnosticar a stack inteira com um comando
Desfazer tudo — ou só uma parte — em comandos exatos
Saber qual arquivo tocar para cada tipo de mudança
Reconhecer os erros de iniciante desta stack antes de cair neles
A pegada total da implementação. Quanto menor a pegada, mais barato o rollback.O mapa completo do que mudou. Quatro arquivos novos, três editados, um deliberadamente intocado.
2
O dia a dia
Quando algo parar de aparecer — o ícone, a cor, o prompt — comece sempre pelo mesmo comando.
O diagnóstico em uma pergunta.O caminho de diagnóstico. Ele existe para você não começar reinstalando coisa que já está lá.
Do geral para o específico. O primeiro responde 80% das perguntas.
os seis comandos de diagnóstico
rsdoctor # a stack inteira, de uma vez
echo $WARP_HONOR_PS1 # 1 = prompt do starship ligado
starship explain # por que cada modulo do prompt apareceu
starship timings # qual modulo esta lento
bat --list-themes | grep -i vesper
fish -n ~/.config/fish/conf.d/rocketseat.fish # sintaxe sem executar
Como chegar: Todos rodam em qualquer sessão fish. Os três primeiros também estão como workflows do Warp.
Sete workflows ficaram em ~/.warp/workflows/. Abra a paleta de comandos do Warp (Ctrl+Shift+R) e busque por rocketseat:
doctor — a stack inteira
instalar — brew install de tudo, idempotente
fish como shell — /etc/shells + chsh
recompilar tema do bat
árvore com eza — nível e caminho como argumentos
buscar com fzf + bat
inspecionar o starship — explain + timings
YAML com name, command, description e, opcionalmente, arguments com default_value. Os {{placeholders}} no comando viram campos preenchíveis na paleta. O shells: restringe onde ele aparece.
Validar antes de confiar: parse do YAML, checar que nenhum {{…}} ficou sem argumento correspondente, e fish -n no comando com os defaults substituídos.
O comando que você vai usar mais. Ele lê o settings.toml de verdade — não repete o que foi configurado um dia.
3
Reverter
Todo arquivo alterado tem backup datado. Reverter tudo é copiar de volta e apagar dois arquivos.
Seis linhas desfazem a implementação inteira. Depois é só abrir uma aba nova.
rollback completo
set BK ~/Documents/Projects/rocketseat-warp/backup/(cat ~/Documents/Projects/rocketseat-warp/backup/LATEST)
cp $BK/settings.toml ~/.warp/settings.toml
cp $BK/startup_config.toml ~/.warp/tab_configs/startup_config.toml
cp $BK/starship.toml ~/.config/starship.toml
rm ~/.config/fish/conf.d/rocketseat.fish
rm -rf ~/.config/bat; and bat cache --clear
rm ~/.warp/workflows/rocketseat-*.yaml
Como chegar: O timestamp do backup está em backup/LATEST; o ROLLBACK.md do projeto tem a tabela de reversões parciais.
A ordem do rollback: primeiro o que volta de backup, depois o que só precisa sumir. Nenhum passo depende do anterior.Linhas por artefato. As duas em âmbar são as edições em arquivos que já existiam — as únicas que precisam de backup.Reversões parciais. Nada aqui é tudo-ou-nada.Onde encostar para cada tipo de mudança — e o passo de verificação que vem junto com ela.
4
As dez armadilhas desta stack
A triagem que resolve metade dos sintomas desta stack.Trocar de tema significa trocar estes quatro. Esquecer um deixa uma ferramenta destoando — normalmente o fzf.A referência de cor desta configuração — a mesma paleta nos quatro lugares acima. Guarde esta imagem antes de trocar de tema.
O que está pronto, o que ficou de fora e o que vale fazer depois.
O contrato do SCOPE.md, item a item, no fim da implementação.A ordem de leitura para quem pega esta configuração amanhã — ou para você, daqui a seis meses.
Se você for continuar daqui
1
Rode bash verify.sh — é o retrato do estado atual, sempre.
2
Leia LOOP-LOG.md: cada passo tem o que foi feito, a prova e o achado.
3
Para mudar de tema, troque os quatro lugares de uma vez: Warp, bat, fzf e (se houver) o editor.
4
Depois de qualquer troca de fonte, rode a auditoria de cmap antes de confiar no prompt.
→
Agora você: adicione um check novo ao verify.sh para a próxima coisa que você configurar — e confirme que ele falha antes de você implementar.
Revisão final do curso
O prompt sumiu depois de um update do Warp. Primeiro comando?
a está certa: o rsdoctor mostra binários, fonte e honor_ps1 numa tela — e um update do Warp costuma resetar preferências. b conserta cor do bat, não prompt. c reinstala o que provavelmente não quebrou; o binário estar lá já é o caso comum.
Você quer trocar Vesper por outro tema. Quantos lugares precisa tocar?
b está certa: cada ferramenta carrega a própria cópia da paleta. c esquece o fzf, que fica com as cores antigas e destoa na hora da busca. a muda só o terminal — bat e fzf continuam no Vesper.
Um check do verify.sh nunca falhou desde que foi escrito. O que isso indica?
b está certa: um check que nunca falhou não foi validado como check. Reverta a linha que ele guarda e confirme o vermelho. a confunde estabilidade com cobertura. c mexe na ordem, que não muda o que está sendo medido.
Fim do curso. Quer que eu abra qualquer uma dessas camadas com mais profundidade — o dialeto TOML do Warp, o modelo de módulos do Starship, escrever temas de sintaxe — é só pedir.